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<title>Biomedicina</title>
<link>http://dspace.unirb.edu.br:8080/xmlui/handle/123456789/11</link>
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<pubDate>Sat, 07 Nov 2026 03:42:52 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-11-07T03:42:52Z</dc:date>
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<title>A relevância da suplementação de vitamina D no tratamento de Diabetes Mellitus tipo II: revisão de   literatura</title>
<link>http://dspace.unirb.edu.br:8080/xmlui/handle/123456789/54</link>
<description>A relevância da suplementação de vitamina D no tratamento de Diabetes Mellitus tipo II: revisão de   literatura
Silveira, Caroline Pinheiro da
A Diabetes mellitus (DM) é um problema de saúde pública mundial, segundo a 9ª edição do Atlas de Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF), 463 milhões de adultos convivem com diabetes no mundo. A vitamina D, apesar de ser chamada de vitamina é um hormônio esteroide que além de atuar como regulador do metabolismo ósseo, sua principal função, influenciando também o sistema imune. O objetivo dessa revisão é analisar estudos que demonstram a sua relevância no tratamento da diabetes mellitus tipo 2. Esse é um estudo descritivo na modalidade de revisão bibliográfica em bases de dados. A diabetes mellitus tipo 2 e as complicações geradas por ela, impactam negativamente a vida dos pacientes. Tendo em vista que a principal característica da DM2 é a resistência insulínica, novos estudos apontam que o receptor de vitamina D VDR está presente nas células beta pancreáticas e que grande parte dos portadores de DM2 tem deficiência de insulina, hipóteses de que a suplementação de vitamina D como tratamento na prevenção de diabetes mellitus tipo 2 vem sendo levantadas. Foi possível concluir que os estudos apesar de apresentarem conflitos, confirmam que há interação da vitamina D com a secreção de insulina. Porém estudo são necessários para estabelecer todos os parâmetros necessários dessa influência.
Monografia (graduação) Curso de Bacharelado em Biomedicina – Centro Universitário Regional do Brasil - UNIRB
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<pubDate>Sun, 27 Jun 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-06-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Correlação entre doença de Crohn e Nefrolitíase</title>
<link>http://dspace.unirb.edu.br:8080/xmlui/handle/123456789/53</link>
<description>Correlação entre doença de Crohn e Nefrolitíase
Sales, Renata Costa
A Doença de Crohn (DC) faz parte do grupo de doenças inflamatórias intestinais (DII), e é definida como uma inflamação crônica que pode atingir qualquer parte do tubo digestivo, sendo predominante no íleo, colón e região perianal. Também está associada a várias manifestações extra intestinais que são complicações que podem atingir qualquer órgão ou sistema do corpo humano. A Nefrolitíase é reconhecida como a principal complicação urogenital atribuída a DC, sendo mais comum em portadores de DC que na população em geral. Este estudo investigou os fatores de correlação para o surgimento de Nefrolitíase em pacientes com DC a partir da revisão da literatura existente sobre os fatores de associação entre as duas patologias. Os resultados obtidos demonstram que inúmeros fatores estão relacionados a manifestação da nefrolitíase nos pacientes com DC: Cirurgias de ressecção intestinal e ileostomia, alterações na microbiota intestinal com redução da população de Oxalobacter formigenes, medicamentos utilizados no tratamento da DII como a mesalazina e a sulfasalazina, e as alterações na permeabilidade intestinal causada pela DC, são os principais fatores atribuídos na atualidade.
Monografia (graduação) Curso de Bacharelado em Biomedicina – Centro Universitário Regional do Brasil - UNIRB
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<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-07-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Microbiota intestinal e transtorno depressivo: o impacto da disbiose no desenvolvimento de transtornos mentais</title>
<link>http://dspace.unirb.edu.br:8080/xmlui/handle/123456789/52</link>
<description>Microbiota intestinal e transtorno depressivo: o impacto da disbiose no desenvolvimento de transtornos mentais
Pereira, Valtélia Santos
A microbiota intestinal é um verdadeiro ecossistema, e cada pessoa tem a sua microbiota individualizada. A comunicação do eixo cérebro-intestino ocorre através de mecanismos de vias neurais, endócrinas e imunitárias e seu desequilíbrio poderá trazer diversos prejuízos para o indivíduo, como algumas patologias, dentre elas a depressão. Logo, o objetivo deste trabalho foi apresentar uma revisão bibliográfica para analisar o impacto da disbiose no desenvolvimento de transtornos mentais. Foi realizada uma revisão bibliográfica, com pesquisa nas seguintes bases de dados: Literatura latino-americana e do caribe de informação em ciências da saúde (LILACS), PubMed (NCBI) e Scientific eletronic library online (SCIELO), entre os anos 2010 e 2021. Nos estudos analisados, observou-se que a disbiose é um dos fatores associados com a patogênese dos transtornos mentais como a depressão. A manipulação da microbiota intestinal com o auxílio de probióticos específicos como: Lactobacillus rhamnosus (HN001), Bifidobacterium bifidum W23, Bifidobacterium lactis W52, Lactobacillus acidophilus W37, Lactobacillus casei W56, apresentaram bons resultados em pessoas com sintomas depressivos. Ainda assim mais estudos são necessários para comprovar a efetividade.
Monografia (graduação) Curso de Bacharelado em Biomedicina – Centro Universitário Regional do Brasil - UNIRB
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<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-16T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Sífilis Congênita: fatores de risco sociodemográficos, comportamentais e assistenciais</title>
<link>http://dspace.unirb.edu.br:8080/xmlui/handle/123456789/14</link>
<description>Sífilis Congênita: fatores de risco sociodemográficos, comportamentais e assistenciais
Santos, Isabela Cruz dos
A sífilis é uma doença infectocontagiosa, causada pelo agente Treponema pallidum, disseminada principalmente pela atividade sexual desprotegida, e que uma vez acometida a mulheres gestantes, não tratadas ou inadequadamente tratadas, promove transmissão vertical resultando na sífilis congênita. Esta enfermidade gera grande impacto para os serviços de saúde pública devido aos graves desfechos adversos que podem ocasionar ao binômio materno-fetal. Mesmo tendo o modo de transmissão conhecido, estratégias diagnósticas disponíveis e tratamento barato e eficaz na atualidade se configuram em um sério problema de saúde pública, pois sua ocorrência sugere falhas nos serviços de saúde. Portanto faz-se necessário o estabelecimento de medidas preventivas concentradas na realidade da população de risco. Este trabalho tem por objetivo identificar se fatores de risco sociodemográficos, comportamentais e assistenciais estão associados à ocorrência da sífilis congênita. Para tanto utilizou-se de uma revisão bibliográfica baseada em artigos científicos disponíveis nas bases de dados BVS, LILACS e SCIELO
Monografia (Graduação) Curso de Bacharelado em Biomedicina – Faculdade Regional da Bahia - UNIRB
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<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2017-12-12T00:00:00Z</dc:date>
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